sexta-feira, 22 de maio de 2026

Neymar é o Michael Jackson do Futebol Brasileiro?

 

Imagem: Gemini.Ai

Aproveito o "clima de copa" pra tocar num assunto que parece-me muito pertinente e curioso ao mesmo tempo: Neymar Jr, suas atitudes e as reações envolvendo sua convocação para a copa.

Estava visitando minha mãe, perto dos Esportes da Sorte Aflitos, e ouvi muitas reações nas janelas e nas ruas de alegria genuína após o anúncio do nome do camisa 10. Também foi muito bonita de ver a reação de meninos do futebol de salão do Santa e do Sport comemorando a notícia de que o ídolo iria para a Copa do Mundo. O saldo, para mim, foi de alguma satisfação em ver o nome dele na lista e em ver a alegria das pessoas.

Gostando ou não de Neymar, sejamos sinceros: ele foi o último jogador excepcional que o Brasil produziu, e nós estávamos muito mal acostumados, depois de uma sequência de Zico, Romário, Ronaldo e Ronaldinho, com grandes outros jogadores juntos ou entre estes. Sendo assim, parece-me natural o desejo de ver ele na copa: além de uma segurança, é como nós nos acostumamos a gostar de futebol e acompanhar o Brasil em campo. Somos um país muito exigente e, felizmente ou infelizmente, muito personalista.

Influenciado ou não por esse personalismo, vimos, nas últimas semanas, uma verdadeira campanha em prol da convocação do camisa 10. Seja por parte de colegas de seleção, imprensa ou de ex-jogadores, clamou-se por sua convocação e apontou-se, por muitas vezes, a necessidade de se ter um líder no vestiário.

Contudo, é necessário também fazer a pergunta incômoda: os atuais jogadores da seleção brasileira não tem "culhões" para assumir esse protagonismo? Não devíamos estar debatendo mais isso, ao invés de deixar para a mesa redonda pós eliminação?

Em meio a esses debates, gostaria de propor outro debate: influenciado pelo sucesso de "Michael" (2026) nos cinemas, a cinebiografia do "Rei do Pop", vieram-me a mente, quase que de pronto, diversas comparações entre ele e o craque da seleção brasileira. Pois vejam:

  1. Infância sonegada
    Story de Neymar, onde mostra sua "Bíblia do Batman"  - Instagram

"Tantas teses, textos e pesquisas pra tentar explicar o Brasil de 2026 e nada tão sintético, preciso e perfeito quanto Neymar e sua biblia do Batman"


A frase do grande Andrey Raychtock, ao retweetar essa imagem, além de uma ironia muito afiada e reveladora, também, para mim, despertou o olhar para a infantilidade da coisa. Neymar é um homem feito, pai de 2 (ou 3?) crianças. Faz o que quer, chegando até a "importar" mulheres do Brasil para uma noite em Paris, coisa que nem mesmo os grandes reis do passado conseguiam fazer. Nessa passagem, inclusive, foi acusado (caluniosamente) de estupro, o que gerou outra similitude como o rei do pop. Soa inacreditável que ele tenha uma "Bíblia do Batman".

Pouco me importa as condutas éticas de um craque. Desde que não cometa crimes (exceto os fiscais kkk), me importo somente com os gols que ele faz e com a simpatia e o carinho que ele deve retribuir com a torcida. Contudo, o que salta aos olhos nas atitudes de Neymar, a meu ver, é uma total imaturidade pra lidar consigo mesmo. Seja um excesso de festas quando deveria estar recuperando suas lesões, seja o mínimo de trato ao lidar com a torcida e seus colegas, o saldo que extraio da carreira do craque é ver que ele, de fato, se comportou como um menino mimado ao longo de toda sua carreira. Destaco a saída para o PSG, num ato, até hoje, inexplicável do ponto de vista desportivo, bem como, no clube, o episódio em que ele se recusou a dar a bola para Cavani bater um pênalti em que celebraria a quebra de um recorde no clube.

Numa geração de excessos, Neymar parece que quer aproveitar bem todos eles, e, talvez, valer-se de seu talento para poder ter, ao mesmo tempo, uma vida de curtição e uma vida de craque. O problema é que, com 33 anos, a idade inevitavelmente chegou, e, com as graves lesões que ele teve, ele terá que tomar uma decisão: quero ser atleta ou "não preciso provar nada à ninguém".

E sobre esses excessos, muitas notícias saíram, ao longo dos anos, que mostram o quanto Neymar gosta das coisas "extracampo". Seja de diversas mulheres com que ele se relacionou (o que, convenhamos, não é exclusividade dele), seja de noites mal dormidas jogando Counter Strike ou Poker, ou até mesmo as viagens ao Carnaval, que sempre pegaram mal nos clubes dele. O peso que Neymar dá a essas coisas, ao meu ver, frívolas da vida, me acendem um alerta de um home que, por meio de suas extravagâncias, expõe um vazio.

"Neverland" - A terra do nunca, Rancho de Michael Jackson

Assim como Neymar, o rei do pop foi um adulto que, pressionado desde a mais tenra idade ao sucesso, virou um adulto excepcionalmente talentoso, porém com claras chagas expostas e visíveis aos outros. A sua voz "fina", o seu jeito infantil de ser e alguns surtos estranhos junto à imprensa (como o caso da sacada do hotel com um de seus filhos) demostravam, entre outras coisas, o visível impacto de um homem cuja infância foi roubada pela cobrança pelo sucesso, vinda do pai.

É impossível não fazer a ligação com o "Menino Ney". Tem-se, em reportagem do Uol, informação de que o Neymar Pai é mais rico que o filho. Claramente, vê-se que o pai e a família sabem ganhar muito dinheiro com a imagem e o talento do craque. Porém, diante da atual situação do craque, e até mesmo na ida ao PSG, o sentimento de muitos, ao ver as movimentações e decisões de carreira de Neymar foi de total incompreensão, Por que ele decidiu sair do Barcelona? Por dinheiro? Por que ele, ao ser convocado pra copa, decidiu publicar, em sequência, 4 publicidades? Por que, após a derrota em 2018 na copa, ele decidiu dar seu primeiro pronunciamento oficial numa propaganda? Ele realmente faz tudo por dinheiro?

Parece-me claramente que Neymar é um produto milimetricamente pensado por alguém ou por uma agência, e, o único nome possível é o de seu pai. Como ele poderia ficar mais rico que o filho, se não por uma sagacidade extrema em explorar (no bom sentido) a imagem do filho? Seu talento para os negócios é ímpar, contudo, Neymar Jr deve ser gerido por uma mentalidade de empresário ou de atleta? Neymar Jr consegue separar os conselhos do seu pai dos conselhos do "CEO" da empresa Neymar? Apontou-se, durante a ida ao PSG, que seu pai foi importante na tomada de decisão, e que a mudança no estilo de jogo (ir mais ao meio, saindo da ponta) foi também influencia sua. Se foi, foi um dos piores conselhos a que ele deu ouvidos na vida. Ao invés de ouvir seus treinadores, ele deu ouvidos ao seu pai, que, com todo respeito, "jogou onde"?

Nesse cenário, acredito que meu ponto tenha ficado claro: dois jovens talentosos que, desde a tenra infância, tem em si projetadas uma expectativa de sucesso, idolatria e de esteio familiar absurda. São crianças que foram moldadas à perfeição e, ao alcançar esses patamares, demonstram claramente sinais de uma fadiga e estresse causada pelo óbvio preço pago para se alcançar tamanho nível de excelência profissional. Para mim, as semelhanças entre Michael e Neymar são muito claras, o que me deixa muito triste pelo craque, uma vez que a vida pessoal do Rei do Pop foi inversamente proporcional à alegria e ao sucesso que teve na sua vida pessoal.

Espero que, ao fim, Neymar Jr consiga ter um último ato digno, que Michael não conseguiu ter, muito devido a um estresse latente e paralisante, que lhe levou a tomar os remédios calmantes que eventualmente causaram a intercorrência médica que lhe levou a óbito. Caso as especulações que foram feitas ao longo desses anos pela imprensa se confirmem, de que Neymar Pai realmente tem tamanha influencia no filho e, de alguma forma, o explora, é de se lamentar que ele não tenha conseguido dar a autonomia necessária ao filho para se tornar o que ele poderia se tornar no campo.

Talvez, se Michael não estivesse tão pressionado financeiramente antes do shows, ele não tivesse morrido. Espero que Neymar Jr encontre a paz que precisa para curtir a vida que ele merece ter, seja com ou sem o título da Copa do Mundo, uma vez que a família já acumulou mais dinheiro do que ele precisará para ter uma vida para lá de confortável...

terça-feira, 24 de março de 2026

Revisando os modelos: Precisamos de um contrapeso para Hélio

O Náutico é regido, hoje, por um modelo de "Head Manager". Em português claro, significa que o grande responsável pelo futebol do clube é o treinador Hélio dos Anjos e seu filho, Guilherme, que também tem "assinado" (na escalação, por exemplo) como treinador.

O modelo é novo somente no Náutico e, talvez, no Nordeste. No Grêmio, foi adotado com Renato Gaúcho nos títulos da Copa do Brasil (2016) e Libertadores (2017), alavancado pela gigantesca idolatria que a torcida tem por seu ex-jogador. Na Europa, Sir Alex Ferguson comandou com mãos de ferro o futebol do gigante Manchester United durante 27 anos, com 38 troféus. No River Plate, Marcelo Gallardo alcançou patamar similar em sua primeira passagem vitoriosa. Contudo, seu retorno em 2024 — a "Last Dance" que se encerrou no mês passado — ilustra os riscos do modelo: milhões de dólares foram gastos sem melhora expressiva, culminando em uma sequência de maus resultados e no pedido de demissão do treinador.

Lembro, aos mais atentos, o movimento semelhante de Hélio dos Anjos após a derrota em casa para o Cruzeiro (que vinha muito mal, treinado por Luxemburgo), quando também pediu sua própria demissão.

Os defensores desse modelo argumentam, com razão, que ele pode trazer um sucesso centralizado. Por outro lado, os críticos ferrenhos nos bastidores apontam, na mesma linha do ex-presidente Alexandre Homem de Melo (AHM), os perigos de se "entregar as chaves" do clube a um funcionário que, naturalmente, não possui o mesmo vínculo passional que um abnegado.

Aí está o cerne do atual debate nos Aflitos: um dirigente que entende de futebol e é um funcionário, ou um apaixonado que entende pouco (ou apenas acha que entende)?

Parece claro que colocar um amador em uma área sensível, movimentando um orçamento milionário, é uma temeridade. Para ser justo, porém, o diretor abnegado muitas vezes coordena uma equipe de profissionais de mercado e, com um organograma organizado, não toma decisões sem fundamento. Ao menos, na teoria. Na prática, se ele tem o poder da caneta, pode dobrar a aposta e contratar um jogador inapto, como no caso de Douglas Borges no início de 2025.

Ainda assim, Hélio, como "Head Manager", não pode ser blindado de críticas. É evidente que ele é um profissional muito mais capacitado do que Diógenes Braga ou AHM, mas, assim como os dirigentes cometeram diversos erros baseados em teimosias incompreensíveis no passado, Hélio tem as suas próprias idiossincrasias — e começamos a vê-las entrar em campo.

Na prática, a ausência de um contrapeso já reflete no elenco e nas quatro linhas. A possível contratação de Victor Andrade, por exemplo, é incompreensível; seria um nome ruim até para a Série C. É preciso lembrar que, no ano passado, o Náutico também trouxe a esquecível versão de Marco Antonio, que pouco ou nada agregou e teve o seu custo.

Hélio começou também a fazer mudanças extremamente abruptas no time. A entrada de Auremir foi a primeira, o esquema bizarro do jogo passado contra o Criciúma foi a segunda, e a sinalização de mudança envolvendo Yuri Silva e Igor Fernandes é a terceira. O torcedor tem o direito de questionar: essas movimentações são tão diferentes, ou menos criticáveis, do que a contratação de um Douglas Borges ou a insistência tola em "quatro zagueiros de alto nível"?

A questão central não me parece ser o modelo em si, mas a sindicabilidade do trabalho. Enquanto abnegados são regidos por apoios políticos, profissionais devem ser tratados com profissionalismo. Lembro do jornalista Mauro Cezar Pereira, na saída de Domènec Torrent do Flamengo, revelar a frustração do espanhol pela ausência de alguém do clube para debater suas opções e crescer com o diálogo.

Sinto que o Náutico padece do mesmo problema. Hélio é, certamente, o melhor treinador da nossa prateleira de mercado, mas, se entrar em uma espiral de teimosia, qualquer um será melhor do que ele comandando um time com jogadores de fundo de elenco.

A proposta aqui é simples: por que não unir os modelos, respeitando a autonomia de Hélio? Por que não colocar alguém, seja como auxiliar ou dirigente, para auxiliar o treinador? Não digo confrontar ou perturbar, digo debater. Se o presidente Bruno Becker, como a média dos dirigentes, não é um especialista tático, ele se torna refém da opinião da comissão técnica — e isso não é saudável. O ideal seria ter alguém que reportasse à presidência com o olhar do clube e, simultaneamente, dialogasse com a comissão para entender as escolhas e, quem sabe, demover o técnico de opções claramente equivocadas.

Apropriando-me de uma frase recente do Chapo, no Timbucast: hoje, o melhor treinador para assumir o Náutico chama-se Hélio dos Anjos. Ajustar a rota é, sem dúvida, o melhor caminho. Mas, se há apenas uma pessoa gerenciando o mapa e segurando o volante, não parece razoável esperar uma mudança de direção.

Para que isso funcione, sugiro perfis como Rodolpho Moreira, alguém com perfil de aprendizado, ou Joaquim Costa, com seu vasto conhecimento do Náutico e do mercado. Até mesmo um nome mais jovem para ser lapidado, como o ex-diretor da base Nelson Melo, seria de grande valia para o futuro alvirrubro.

quarta-feira, 19 de março de 2025

Náutico x América - Derrota com 3 pontos?

 

Foto: Marlon Costa/AGIF



Vendo a repercussão da torcida, parece que perdemos ontem, contra o América/RN, de 5 ex-Náutico.


Contudo, o placar foi de 1x0, com Patrick Allan marcando perto do fim da primeira etapa, com aquele já característico chute de meia distância rasteiro, desviado pela defesa.

O segundo tempo foi um grande sofrimento. O Náutico pareceu querer emular o jogo contra o Vitória. só que jogando em casa, ganhando somente de 1x0 e contra um adversário muito inferior ao baiano e a si mesmo.

Marquinhos entrou com um esquema 3-5-2, repetindo o esquema da semana passada. Vinicius e Hélio Borges não renderam tão bem quanto semana passada, embora os momentos de lucidez do primeiro mostram que ele é um jogador feito de "outro material" que não de Série C. Hélio Borges fez mais uma boa partida, muito voluntarioso, porém ofensivamente pobre.


Para mim, os personagens principais do jogo de ontem são Marquinhos Santos e Patrick Allan. O primeiro, pois, conforme sua própria entrevista, foi responsável por um jogo abaixo do time. Mais um. O Náutico tem poucas boas atuações jogando em seus domínios. Sempre dependente de alguns jogadores individuais como Paulo Sérgio e Vinicius, o time ainda não mostra um jogo coletivo convincente. O Botafogo/PB de Evaristo Piza, ano passado, conseguiu liderar a primeira fase da C com um elenco limitadíssimo, o que mostra que o principal "reforço" que o Náutico pode ter é o tão sonhado "encaixe".

Quanto ao nosso careca Patrick Allan... Para mim, ele é uma incógnita tática. Parece ser um 10 clássico (ponta de lança), um jogador muito mais agudo que o meia que esperamos dele. Isso é um problema grave. Precisamos de alguém que arme o jogo, distribua passes, dê oxigênio ao ataque. Patrick Allan NÃO é esse jogador, mas achamos que ele é, ou que ele deve ser. Acredito que ele é uma peça difícil de encaixar, e, acredito que no futuro, talvez seja pertinente revezar ele do time em alguns momentos, dando espaço para um meia mais criativo, uma vez que, com Paulo Sérgio e Vinicius no futuro, teremos 3 jogadores muito agudos mas poucos criativos, e isso é um problema grave.

Essa inquietação com o "craque" do time e com o treinador mostra bem o que é o Náutico no ano: bom, mas insuficiente, e difícil de projetar um futuro na Série C. Acredito que, se não conseguimos encaixe, nos resta buscar 3 jogadores no nível de Vinicius e atropelar na C com talento indiviual.


Oremos...


sexta-feira, 14 de março de 2025

SAFadeza? Um apelo aos colegas conselheiros

 



foto: matéria de João de Andrade Neto no Globo Esporte. Aqui


O conselho deliberativo começa a discussão acerca da proposta vinculante feita pelo Consórcio Timbu.


Pela matéria de João de Andrade Neto, que teve acesso a proposta vinculante enviada ao Presidente Bruno Becker (imagem retirada da matéria), há diversos "buracos" que despertam uma honesta preocupação nos torcedores.


Resta agora ao conselho debater essas questões.


Contudo, me adianto para fazer duas críticas:


foto: Instagram do Conselho Deliberativo



Primeiramente, ao irritante argumento que tem sido repetido por conselheiros e pessoas "que fazem o Náutico" de que a SAF não é de "400 milhões" mas de 150, pois o Náutico produz 250 em média.

Isso é uma "SAF"adeza contábil que sabemos que está muito mal dimensionada. O orçamento de 25 milhões por ano do Náutico prevê O CLUBE como um todo. Da caneta usada pela secretária da sede até a bola usada no CT. O orçamento do futebol, portanto, é objetivamente menor.

Outra coisa que me irrita, nessa mesma linha, são frases repetidas que vão no seguinte sentido: "a premiação da Copa do Brasil/Cotas de TV, vão ficar para SAF ou para o Náutico?"

Com todo respeito, qual o interesse do Náutico em MILHÕES de reais, se não investir no futebol?

Depois que virarmos SAF, aí sim, Imagino que algum valor poderá ser destinado aos esportes "amadores"/Olímpicos, de grande tradição no clube, porém, essa formulação de ideias dá sempre uma impressão de que os investidores estão querendo se apropriar da receita gerada pelo clube de forma "interesseira". É uma ignorância tremenda, uma vez que, como todos sabemos, o Náutico dá prejuízo, INFELIZMENTE.


A segunda coisa que merece crítica, dita por conselheiros, é o argumento de que "o executivo deveria ter discutido as questões da SAF" antes do conselho.


Aponto que, até agora, não ouvi nenhuma razão convincente que justificasse isso, que não evitar desgaste político do conselho. Sem querer entrar nesse mérito, pois entendo sim que a torcida está numa relação perigosa com o conselho, a "casa" do povo alvirrubro é o lugar IDEAL para discussão dos pormenores da proposta, portanto, acho acertada a postura de Becker quanto ao assunto.


Vamos parar de ter medo do debate de ideias e vamos discutir a proposta. O conselho e a torcida NÃO estão remando em sentidos contrários.


E, honestamente, quem estiver mal intencionado, se revelará. Sigamos. Vamo timba.


EM TEMPO, RETOMANDO AOS POUCOS A ESCREVER. GRATO PELA LEITURA!